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Professor de escola municipal do Jaboatão apresenta projeto em congresso de matemática no exterior

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O professor Alexander Valença, da Escola Municipal Gildo Veríssimo, da rede municipal de ensino do Jaboatão dos Guararapes, foi um dos selecionados para representar o Brasil em um congresso de matemática na Costa Rica. O país da América Central foi sede do 2º Encontro Latino-Americano de Etnomatemática.

Com o projeto “África – Elo perdido da matemática: Conhecimentos sobre jogos e história da matemática no continente negro”, o docente relacionou conteúdos necessários para o aprendizado da matemática com outras áreas do conhecimento, como cultura e comunicação. “É um assunto bem inusitado e que até assustou os alunos quando comecei a trabalhar o tema. A etnomatemática trabalha a cadeira acadêmica e a relaciona com as questões culturais e debates da sociedade. É uma forma de mostrar à turma que a matemática está além dos números e cálculos”, explicou Alexander.

A viagem para a Costa Rica aconteceu com apoio da Prefeitura do Jaboatão, por meio da Secretaria Municipal de Educação. “Seis professores de todo o Brasil foram escolhidos para apresentar temáticas relevantes e relacionadas à matemática. Eu fui o único a representar Pernambuco no congresso”, salientou o educador.

FEIRA DE CONHECIMENTOS

O projeto de Valença chamou a atenção do público no segundo e último dia de apresentações da Feira de Conhecimentos do Jaboatão dos Guararapes. O evento, que tem como tema “A comunicação conecta o mundo”, teve início na última quinta-feira (05) e reuniu pais, alunos e comunidade acadêmica na quadra poliesportiva da Escola de Tempo Integral José Rodovalho, em Candeias.

Entre os 85 stands montados pela Prefeitura, diversos trabalhos se destacavam pela originalidade – entre eles, o de Cassiana Izabel e Shailma Hellen, alunas da Educação de Jovens e Adultos (EJA) da Escola Municipal Oscar Moura. As estudantes traçaram um link entre a História do Brasil e de outros países a partir de histórias em quadrinhos. “Com esse mote, buscamos compreender como as HQs direcionam seus recursos visuais, figuras de linguagem e seus personagens, tanto para fins lúdicos como de cunho político”, explicou Shailma.

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